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Direitos Humanos / 17/06/2021


Major Fabio Rufino o Pacificador

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Poucos brasileiros, são homenageados com essa láurea que o distingui dos demais da sociedade, são homens e mulheres que lutam pelo direito do próximo

Fonte WPO BRASIL

Major Fabio Rufino o Pacificador, razão pela qual nosso Embaixador no Estado de Pernambuco Flávio José Ramos da Silva lhe entregou na data de Hoje o Diploma Sergio Vieira de Mello “ O Pacificador” na sede do 6.o Batalhão da Policia Militar em Recife Pernambuco.

Poucos brasileiros, são homenageados com essa láurea que o distingui dos demais da sociedade, são homens e mulheres que lutam pelo direito do próximo, num mundo conturbado por ideologias a WPO tem como meta: Lutando intensamente contra a perseguição religiosa na França do século XVIII, Voltaire escreveu: “Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo”. Thomas Jefferson, inspirador e principal autor da Declaração de Independência Americana, declarou que “O cuidado da vida humana e a felicidade, e não sua destruição, é o primeiro e único objetivo legítimo do convívio social ”

Embaixador Celso Dias Neves

Presidente da WPO.

Conheça Sérgio Vieira de Mello e sua trajetória no trabalho humanitário

Brasileiro, cuja vida será tema de filme que estreia hoje na Netflix, iniciou a carreira na Agência da ONU para Refugiados (ACNUR)

Sergio Vieira de Mello, fotografado em outubro de 1996 na sede do ACNUR, em Genebra © ACNUR / A. Hollmann

Com apenas 21 anos de idade, Sérgio Vieira de Mello iniciou sua trajetória no trabalho humanitário. Sua carreira começou na Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), cuja principal missão é proteger pessoas que foram forçadas a deixar tudo para trás para escapar de guerras, conflitos e perseguições.


Sérgio Vieira de Mello nasceu no Rio de Janeiro e mudou-se para a França, no início dos anos 60, para estudar filosofia em Paris, onde participou das manifestações de maio de 68. Tornou-se funcionário da ONU no ano seguinte, quando tinha apenas 21 anos. Passou a maior parte de sua carreira servindo missões pelo ACNUR. Atuou em crises humanitárias em Bangladesh, Sudão, Chipre, Moçambique e Camboja, trabalhando com refugiados e em campos de guerra.

No Sudão, Sérgio participou diretamente das operações do ACNUR para o transporte aéreo de bens domésticos e alimentos para refugiados sudaneses e repatriados após a assinatura de um acordo de paz que pôs fim a 17 anos de guerra civil. No Camboja, uma das operações mais complexas do ACNUR até então, Vieira de Mello coordenou a repatriação de 360 mil cambojanos refugiados. Também foi responsável pela operação de repatriação e reintegração de moçambicanos que deixaram o país durante a guerra. Foi então que, aos 28 anos, Sérgio assumiu o comando do escritório do ACNUR em Moçambique, tornando-se um dos mais jovens representantes do ACNUR em operação de campo.

Entre 1999 e 2002, Sérgio liderou a missão da ONU que acompanhou a transição do Timor Leste para a independência. O então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, afirmava que Sérgio era “a pessoa certa para resolver qualquer problema”. O compromisso do brasileiro com as causas humanitárias o levou ao cargo de Alto Comissário das Nações Unidas para Direitos Humanos em 2002.

Em 2003, enquanto atuava como representante oficial do Secretário-geral das Nações Unidas para o Iraque, buscando solucionar o violento conflito que assolava o país, Sérgio foi vítima de um ataque fatal à sede da ONU em Bagdá. A memória e legado de Sérgio Vieira de Mello está viva em todos que dedicam suas vidas às causas humanitárias e em todos que cultivam valores de paz, tolerância e cooperação. Sua história é um marco para o ACNUR, para o Brasil e para o mundo, e as lições que sua vida inspira sempre trarão a esperança de um mundo melhor.

Desde 2003, o ACNUR implementa a Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM) em cooperação com centros universitários de todo o Brasil e com o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE). Ao longo dos anos, a Cátedra tem se revelado um ator fundamental para garantir que pessoas refugiadas e solicitantes de refúgio tenham acesso a direitos e serviços no Brasil, oferecendo ainda apoio ao seu processo de integração local.

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